dez 30

Feliz ano que vem galera!!!

nov 2

Caique comenta: Sexo e religião!

Nesse “Caique Comenta” eu falo sobre Sexo e Religião. Dois assuntos polêmicos e que… ah! Assiste aí vai, são só 4 minutos, e descubra onde você pode por o dedo no momento da coisa no negócio coisado. Eita!!!

Beijos nos pentelhos!

Caique Torresmo

out 23

Desafio: Encontre o animal verdadeiro!

Olá amigos bípedes! Eu tirei essa foto numa pousada em Tiradentes/MG há um tempo, e agora vi que é importante dividir com vocês. O tema é animal. O desafio? Encontrar o animal verdadeiro nessa foto. Valendo!!!

Encontre!

Sim, muitos dirão que o animal verdadeiro nessa foto é a galinha da angola com cachecol, toca e um cobre costas colorido. Alguns dirão que esse é o animal verdadeiro porque é o único que está usando tênis, e na Angola é muito comum encontrar bons atletas corredores. Outros dirão que é a galinha da angola por causa das bochechas rosadas, muito naturais e harmônicas. Mas eu informo a vocês, caros amigos, que o animal vivo na foto é outro. Ok, vou dar uma dica. Não, melhor não...o animal fala por si só. Boa Sorte!

Bjos no tênis (leia corretamente pra não me comprometer, poxa)!

Caique

out 8

Feministas, ouçam o tio Fernando!

Pessoal, achei fantástico esse vídeo do Sr. Fernando! Vi no twitter do @FabioFlorez. Chorei de rir dessa criatura que sabe com clareza o que tem real importância para a sociedade, e sabe pouco do lixo cultural, tão cultuado hoje em dia. Por isso é engraçado. Vai lá Sr. Fernando. Vejam!!!

Bjos na boxexa da cara!

Caique

out 5

Se Vira na Pan. “Timidez”

Fala Galera, coloquei na net mais um “Se Vira Na Pan”. Esse é sobre timidez, escuta aí e me fala se entendeu a piada do final. Deixe seu comentário que eu explico. rs.

Nem vou mandar beijo porque tenho vergonha.

Caique

set 28

Sabe quando no meio do banho…

… a luz vai embora? Pois é, essa foto só está clara por causa do flash. Era 22h da noite. Frio em São Paulo, mais frio ainda aqui na pensão da Dona Léia. Eu tomava um banho quente e reconfortante, embora o chuveiro tentasse dificultar isso. E no momento em que minha cabeça se espumava com meu xampu anti-caspa da Elseve, para cabelo normais (embora devesse ter comprado para cabelos secos ou encaracolados e secos, ou oleosos, sei lá) a luz vai embora, acaba, blackouteia. Depois descobri que era só a chave que tinha caído, mas eu já tinha terminado de tomar banho no frio, no escuro, nu.

E olha que bela foto. Contraí a barriga na hora da foto e deu pra despistar bem. E vejam meus amigos o risco que eu corri. Todo molhado e com sabão na cabeça encostei nessa geladeira velha da pensão. Corri risco de morte meus amigos. Tudo isso para tirar essa bela foto pra vocês. Se quiserem copiar essa foto em sites pornográficos e sensuais fiquem à vontade. (E tem gente que vai achar que to falando sério, isso que é o melhor).

set 25

Vigília Literária na SP Escola de Teatro!

Fala pessoal! Você imagina que é possível fazer uma vigília sem ser evangélico? Pois eu digo que sim, embora não imaginava. Nesse sábado e domingo, nós, aprendizes dos 8 cursos da SP Escola de Teatro no período vespertino, vivemos uma experiência/desafio muito interessante. Ler o livro de trabalho nesse semestre, “Viva o povo brasileiro” de João Ubaldo Ribeiro, durante 14 horas I-NIN-TER-RÚP-TAS (acho que soletrei certo hein). Este livro tem nada menos que 789 páginas e 1.432.693 palavras que nunca tinha visto na vida. Ou seja, uma leitura fácil. rs. A Vigília começou às 17h30 deste sábado e terminou hoje às 7h30 da manhã. Tudo isso aconteceu na sede da escola, no bairro Brás e foi trasmitido ao vivo via stream pelo twitter da SP (@escoladeteatro). No início éramos em média 80 leitores em sala. Aos poucos alguns foram embora, outros chegaram e às 03h éramos apenas 20 pessoas, que bravamente resistimos e cumprimos a missão! Finalizamos na página 402, e confesso que tínhamos energia para ficar até às 12h. Será? Bom, veja como foi pelas legendas das fotos abaixo. As fotos são de Luciana Ponce (Eu Ponce no Facebook), aprendiz da SP.

Esse foi o cenário. Uma sala ampla (a que eu tenho aulas inclusive) na sede da Sp Escola de Teatro no Brás, pessoas espalhadas sobre colchonetes no chão. Edredons, cobertores, travesseiros...foi bom pra conhecer o gosto excêntrico de alguns, facilmente notado em meias de bichinhos, edredons multicoloridos e calcinhas beges. Sim, vi algumas de longe. Foi nesse cenário que tudo aconteceu durante as 14 horas.

Sim, aí estou eu, lá pela 01h da madrugada. Nesta foto estou tentando disfarçar, para não parecer que sabia que a foto seria tirada. Pobre de mim que menti em vão. Quem durante 14h segue linha por linha com o dedo? Quem durante 14h ri sozinho ao ler um livro? - veja que ninguém a meu lado sorri - Quem segura o livro com tanta pressão, se não para sair numa foto? Sim, essa é minha falha senhores. Pobre de mim, há! Pobre desse aprendiz sedento pela leitura... (ok, vá pra próxima foto, essa já deu).

Essa foto resume tudo. A vela simboliza a vigília. O café, o que nos manteve acordado. O chocalho, o que nos trazia de volta pra Terra, afinal em 14h de leitura às vezes a mente voava. O lençol branco indica que não é ele, Filipe Brancalião, formador do curso de Atuação, que lava a roupa ou que ele tem máquina de lavar. Porque se ele lavasse roupa na mão jamais levaria um lençol branco pra ficar no chão.

Aqui estou lendo ao lado de outra representante mineira da escola, a Marina Morena com suas meias de lã natalinas. Vejam como minha postura e da Marina estão corretas na cadeira. Sim amigos, às 02h da madruga nós ainda mantemos nossa coluna ereta. Isso sim é um corpo de ator, e de atriz... Ah, os corpos das atrizes... Ah, as atrizes!!! Ok, é melhor ir para a próxima foto.

Taí o maior ator brasileiro. Afinal, Raul Barreto, do Parlapatões e coordenador do curso de Humor, tem mais de 2 metros de altura. E vejam só, com uma filha recém nascida pra cuidar, ele ainda teve forças para acompanhar a vigília. Se bem que depois de ter uma filha acordar de madrugada deve ser rotina.

No teatro trabalhamos muito os níveis: alto, médio e baixo. Acho que aí já era 3h e o nível baixo era o mais apreciado pelos atores. Somente uns poucos ainda resistiam no médio e alto.

Doutor, qual a posição correta para a leitura? Coluna ereta, pés alinhados e livro 30 centímetros à frente do rosto? - Não, imagina. Assim tá ótimo.

A mesa de quitutes e guloseimas e CAFÉ! Alimentação a noite inteira, afinal, barriga vazia não para em pé. Se bem que mesmo cheias elas não ficaram de pé, vencidas pelo cansaço, frio e inevitável sono. (gostei do fim dessa legenda, bem dramática né.)

Pra quem já leu Viva o Povo Brasileiro, sabe que essa sopa foi adorada por todos. Afinal, assim como o Caboco Capiroba, apreciamos a carne de Holandês pelo sabor adocicado e tenro.

Para que ela olhava? Porque tapava as orelhas? Será que tinha uma TV ali dentro? Ou um guachinim. Seria um álbum de fotos do Alaska em dias de chuva? Ou uma pessoa estava ali? Ou duas. Ou seria um tatu? E a pergunta que não quer calar... que toquinha é essa?

Bjos e sopa de letrinhas pra vcs!

Caique

set 25

Texto sobre o MEDO!

Oi pessoal, tudo bem? Que bom que vocês estão bem. (imaginei que sua resposta foi “Sim”).

Fiz esse texto pro Portal Stand Up Comedy, e depois também foi publicado no site da SP Escola de Teatro. E se você não leu, segue o texto no fim do post. ;)

Texto no Portal Stand Up Comedy: http://www.standupcomedy.com.br/canja-da-semana-2-caique-torresmo/

Texto no Portal da SP Escola de Teatro: http://www.spescoladeteatro.org.br/noticias/ver.php?id=1304

Pior que Barata, Melhor que Brigadeiro

Lembro que na infância, na época de colégio, todos dividiam seu lanche com os colegas. Não era questão de querer dividir, era questão de vida ou morte. Quem ousasse não repartir o lanche sofria bullying o resto do ano. Hoje em dia, sofrer bullying dá status, visibilidade em programas de TV e milhões de acesso no youtube. Mas, naquela época, só dava depressão mesmo.

Desde a infância, aprendemos a comprar amigos com atitudes “boazinhas”. Parece que uma venda foi colocada em nossa face para problemas de grande importância: fazer o que queremos fazer, falar o que queremos dizer, mijar onde queremos mijar (eu, por exemplo, adoro a tampa da privada).

Somos manipulados, desde cedo, a fazer o que não queremos por simples conveniência, por educação, por medo… Ah, o medo! Há muitas relações de “amor” baseadas no medo. Assim como muitos começam a fumar um “baseado” por medo de se sentirem excluídos. Medo! Medo de ir e isso provocar ira, medo de ficar e isso resultar em discussão, medo de ser feliz e isso causar inveja. Como diz Lenine, em uma de suas canções, “medo que dá medo do medo que dá”. Dia e noite acumulamos ações e gestos bondosos criados pelo medo. Distribuímos presentes por medo, e não por satisfação, por prazer, por querer dar algo a quem gostamos. Imagina não dar um presente para a amada no dia dos namorados? Você jamais faria isso e não é porque a ama muito, mas por medo da reação dela. Dar é doar ao outro sem pedir nada em troca, nada! Nem um sorriso, nem um olhar, nada. Somos escravos do “muito obrigado” por não saber presentear de verdade, de coração. Falta aumentarmos a potência do nosso “foda-se”, ele sim é a essência da felicidade.

Quem nunca ficou com alguém por medo de ficar sozinho, quem nunca ouviu um simples “eu te amo”? Antes de começar a chorar, caso nunca tenha ouvido isso de alguém, lembre-se que tem coisa pior. Sim, tem. Dizer “eu te amo” e escutar como resposta “obrigado por me amar, mas eu ainda não sinto o mesmo, porém saiba que eu gosto muito de você”. Sim, somos humanos, ouvir isso dói (preste atenção, eu usei o termo “isso dói” e não “isso deve doer”, mas tudo bem, já superei). A sinceridade às vezes dói mesmo, mas é uma dor que modifica, que constrói. Assisti a um filme, “O Vidente”, em que uma das personagens dizia “toda boa ação será castigada”. E, é por aí. Corremos risco ao sermos sinceros, honestos, pois isso não é comum. As pessoas não estão acostumadas a ouvir verdades, e quando ouvem, julgam que ela é um erro, uma infâmia (só pra usar uma palavra diferente no texto).

Por exemplo, se você quer comer seu surflair inteiro sem dividir com ninguém, não ofereça. Qual é o problema? A questão é: você não queria oferecer e não ofereceu. Com isso traiu sua consciência? Não. Então fim de papo. Não ofereça só porque aprendeu que é o certo, mas sim porque você quer dividir. Não traia a si mesmo, pois dormirá todos os dias com seu pior inimigo. E um dia ele te apunhala.

Muitos vivem com vendas nos olhos, enxergam o mundo a partir do que constroem em sua carente mente. É uma opção, porém lembre-se que toda venda é perecível. Um dia ela cai e você, como não foi acostumado a ver a realidade como ela é, pode não aguentar a pressão. Pelos dados que temos, 27 anos tem sido uma idade onde as vendas costumam putrefar. Aí é questão de escolha. Se você se aproxima dessa idade, cuidado! Pode ser agora ou nunca. Ter medo da realidade é normal, encará-la é um ato de coragem, fugir dela é cavar a própria cova e ter em sua lápide a sublime frase “Aqui jaz um covarde”. A vida não tem meio termo. Você faz comédia porque isso te dá vida, te satisfaz, ou por medo de ser considerada uma pessoa “comum”? Busca a fama porque você está preparado, ou por medo de ficar aquém dos outros que já a conseguiram? “Por medo você chupa a piroca do seu lado”, segundo Fábio Porchat no primeiro DVD do “Comédia em Pé”. E segundo Cláudio Torres Gonzaga, piroca não tem gosto de nada. Bom, a escolha é sua, viver uma vida “pirocada”, em preto e branco ou se arriscar. Será que você não tem nada sincero a dizer? Será que uma piada não tem nada a dizer? E lembre-se, ninguém gosta de comida sem sal, minha avó só come porque tem pressão alta.

Bjos no pâncreas.

Caique

ago 23

Metrô vazio II – Mais emoções!!!

Oi pessoal… e profissional. Consegui pegar mais um metrô vazio. E agora sim, consegui aproveitar mais. Teve corrida, pole dance, muita emoção, jogo do troca e falta de adrenalina. Eita! Assiste aí, tá curtinho.

Bjos de meio metro procê!

ago 16

Comediantes mineiros no Comédia em Pé.

Fala galera, no dia 14 de agosto (domingo) o Comédia em Pé fez show em BH no teatro Sesiminas. Ao final do show os comediantes mineiros foram convidados a participar do famoso “Eu não entendo”.
A ex-namorada e atual noiva do nosso amigo Bruno Berg, a Luísa (@lucitita) filmou tudo. Assiste aí que vale a pena. Se você não entende rap eu também não, te explico aí no vídeo. E se você não entende porque viado chupa piroca assista até o final.

Comédia em Pé: Claudio Torres Gonzaga, Paulo Carvalho, Victor Sarro, Bruno Motta, Murilo Couto e Fernando Caruso. Comediantes Mineiros: Gabriel Freitas (Queijo Comédia e Cachaça), Paulo Loures(Uai Sô Comédia), Christiano Junqueira (Os Comédia), Paloma Santos (Queijo Comédia e Cachaça), Caíque Torresmo (Liga da Comédia), Bruno Berg (Queijo Comédia e Cachaça), Bruno Costoli (Liga da Comédia), Luiz Drumond (Uai Sô Comédia), Renatinho CP (Pampulha Comedy) e João Basílio (Os Comédia).

Tamo aê truta. É nóis!!!